Vera cria sozinha o seu filho autista, o que exige a máxima concentração e muita energia. O terapeuta de neurofeedback do menino recomendou-lhe um novo método.
A mãe quis testá-lo primeiro em si própria. Ela percebeu que a sua visão, circulação sanguínea, pressão arterial e oxigenação cerebral tinham melhorado. Já não ficava ofegante depois de subir escadas, conseguia lidar melhor com situações de stress, não sentia ansiedade e a sua qualidade de sono melhorou muito; já não acordava à noite como antes.



